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Adventismo

“Adventismo”, da mesma raiz semântica do verbo latino advenire (“chegar”), é uma palavra formada pelo radical “advento” (latim, adventus, “chegada”) e pelo sufixo “ismo” (do grego ισμός e do latim ismus), que, entre outros, forma nomes de religiões e de denominações religiosas.

O termo “Adventismo” refere-se a um movimento cristão protestante nascido no contexto do Segundo Grande Reavivamento anglo-saxónico, que teve lugar especialmente nos Estados Unidos da América, entre finais do séc. xviii e inícios do séc. xix. Tal reavivamento teve expressão no interesse pelo estudo da Bíblia, com particular ênfase nos seus textos proféticos; na promoção de reformas nas áreas da saúde e da educação; na divulgação da Bíblia através de sociedades destinadas à sua publicação e distribuição; na criação de sermões, na publicação de literatura e na composição de hinos de inspiração cristã, para enriquecimento da vida devocional pessoal e comunitária. Os Adventistas do Sétimo Dia, maiores representantes do movimento Adventista na atualidade, creem num acervo essencial de doutrinas: 1) Que são comuns à quase generalidade das denominações cristãs, como a existência de um Deus triúno; a pré-existência divina de Jesus, a Sua incarnação e o Seu ministério redentor e intercessor; a inspiração das Escrituras; 2) Que são comuns às denominações protestantes, como a Bíblia como única regra de fé e fonte de doutrina; Jesus Cristo como único mediador entre o ser humano e Deus Pai; o sacerdócio universal dos crentes; e, como algumas entre estas denominações, o batismo por imersão, de pessoas que de forma madura e consciente o compreendam e aceitem, segundo o exemplo de Jesus Cristo; 3) Que lhes são originais ou mais peculiares, enquanto movimento de continuidade reformadora de pendor restauracionista, como a iminência do Segundo Advento de Jesus; o estado de inconsciência do ser humano na morte; a observância religiosa do Sábado como dia descanso; a existência de um Santuário Celestial, de que o Santuário terrestre constituía um tipo, e de um juízo de carácter investigativo pré-Advento nesse mesmo Santuário.

Numa perspetiva Adventista, a realidade histórica do aparecimento do movimento deve ser enquadrada na promessa divina da vinda de um Salvador à Terra, que redime o ser humano caído e o reconcilia com Deus. Essa promessa iniciou-se com as palavras proferidas por Deus a Adão e Eva (Gn 3, 15), após a queda do seu estado de imagem perfeita de Deus, e depois confirmadas a Abraão (Gn 12, 3; 22, 18); continuou com a tipificação do plano da salvação nos serviços cerimoniais do Santuário (e.g. Ex 12, 1-27; cf. 1Cor 5, 7-8; Nm 28; cf. Hb 5, 8-9); esteve presente na esperança dos poemas dos Salmos (e.g. Sl 2, 22, 69, 110); foi predita nas profecias de Isaías (e.g. Is 9, 1-7; 11, 1-10; 42, 1-9; 49, 1-10; 50, 4-9; 52, 13; 53, 12), Jeremias (Jr 23, 5-6; 33, 14-16) e Zacarias (Zc 9, 9-10; 11, 12-13; 12, 10-14; 13, 6-7). Cumpriu-se, finalmente, no Advento de Jesus, que d’Ele próprio disse ser aquele ao qual a Lei e os Profetas se referiam (Jo 5, 39; Lc 24, 25-27). A crença num Segundo Advento baseia-se na promessa do próprio Jesus Cristo de que voltaria para buscar os seus seguidores (Mt 24, 30-31; Mc 13, 26-27; Jo 14, 1-3), de uma forma fisicamente real e universalmente visível (Mt 24, 27-30; Mc 13, 26; Lc 21, 27-28; Ap 1, 7), ressuscitando os mortos e trasladando os vivos no momento da sua vinda (1Ts 4, 15-17) para uma eternidade passada com Ele (Ap 21, 1-8. 23-27). O movimento Adventista moderno, então, iniciou-se com uma perceção do cumprimento iminente desta promessa, a partir do estudo da profecia bíblica.

Dentro da atividade de estudo das profecias da Bíblia, no período marcado pelo fim do séc. xviii e princípio do séc. xix, teve particular foco a procura de compreensão do livro de Daniel. Entre os vários autores que se dedicaram à pesquisa em relação a este livro encontrou-se William Miller (1782-1849), um antigo capitão do exército e então proprietário rural. Nascido numa família cristã, Miller tornara-se num cético deísta, até que, em 1812, após uma forte experiência espiritual num ambiente de guerra e no contexto do reavivamento espiritual da altura, se reconverteu ao cristianismo e iniciou um processo sistemático e organizado de estudo comparativo dos textos bíblicos durante vários anos. Nesse estudo, tomando como base o princípio de que, em profecia bíblica, um dia equivale a um ano (Nm 14, 34; Ez 4, 5-6), Miller convenceu-se de que a profecia contida no livro de Daniel (8, 14) – “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” – indicava que, no final desse longo período profético, Jesus Cristo cumpriria a promessa da sua Segunda Vinda. Miller encontrou o ponto de início para a contagem dos 2300 “dias” proféticos (ou anos literais) na reconstrução e reorganização política de Jerusalém, autorizada pelo rei medo-persa Artaxerxes I, em 457 a.C. (Es 7, 7. 11-26). Concluiu, então, que esse tempo de 2300 anos terminaria entre março de 1843 e março de 1844, sendo que o Santuário a ser purificado seria a própria Terra, e a purificação representaria o Advento, evento que colocaria fim ao pecado e resgataria os fiéis. Nos anos seguintes, perante a perplexidade que tal descoberta lhe causou, Miller resistiu a partilhá-la. Mesmo renitente, e consoante o costume da época, começou a pregar nas igrejas protestantes do Nordeste dos Estados Unidos da América e a publicar artigos a explanar os fundamentos da sua crença, a partir de 1831. A divulgação desta interpretação foi crescendo e o número de fiéis foi aumentando, para o que muito contribuiu a capacidade organizativa do ativo Joshua Himes, criador da revista millerita Signs of the Times, que aderiu ao movimento millerita em 1839.

Não se tendo cumprido a expectativa da interpretação de William Miller até ao final de março de 1844, e sem uma compreensão racional desse não cumprimento, uma tentativa de explicação surgiu por parte de líderes mais novos, como Samuel Snow e George Storrs, que, fundados no calendário ritual dos judeus caraítas, propuseram como purificação do Santuário e data da vinda de Cristo à Terra o dia 22 de outubro de 1844, assumindo a liderança do movimento e relegando os líderes tradicionais para segundo plano. Esta nova expectativa levou a que os crentes e as famílias vivessem e partilhassem ainda mais intensamente a sua fé. A não ocorrência do Segundo Advento na data predita conduziu a que esse acontecimento ficasse conhecido na história do movimento como o “Grande Desapontamento”. Esta desilusão provocou o abandono do movimento por parte de alguns dos seus aderentes, entre os quais aqueles que, revendo as propostas de Miller, propuseram novas datas, retornaram às suas Igrejas de origem, criaram novos movimentos ou abandonaram a fé cristã.

Um pequeno grupo de homens e mulheres, entre os quais líderes como James White e Ellen White, Joseph Bates e Hiram Edson, aceitando a validade da data profética de 22 de outubro de 1844, iniciaram, então, um estudo para determinar qual o evento a que ela realmente se referia, partindo da afirmação bíblica de que só Deus Pai conhece o dia e a hora do regresso de Jesus Cristo à Terra (Mt 24, 30. 36). Concluíram que tal evento era o início do processo de Juízo Investigativo no Santuário Celestial, de que o Tabernáculo hebraico era um tipo, materializando-se na análise judicativa da vida dos crentes, antes de Jesus Cristo os recolher na sua Segunda Vinda. Assim, nos anos seguintes, os agora denominados Adventistas Sabatistas construíram um novo movimento, baseados na pesquisa bíblica como única fonte e formando a génese de um grupo eclesiástico, com os seguintes pontos fundamentais de doutrina: a parousia, uma vinda iminente, física, literal e universal de Jesus Cristo; os Dez Mandamentos, incluindo o Sábado, celebrado como memorial da Criação e da Soberania de Deus sobre a Terra, introduzido no Adventismo por Rachel Oakes, oriunda da Igreja Batista do Sétimo Dia, que convenceu Thomas Preble da validade do mandamento, e, mais tarde, Joseph Bates, oriundo da Conexão Cristã, que se tornou um campeão da importância do tema; a inexistência de qualquer tipo de tormento eterno, sendo a visão da morte um estado de inconsciência dos mortos até à ressurreição, que ocorrerá na Segunda Vinda de Jesus (Ecl 3, 18-21; 9, 5 e 6.10; Sl 6, 5; 115, 17; 146, 4; 1Cor 15, 22-24; 1Ts 4, 13-17); o ministério redentor, intercessor e resgatador de Jesus, pela sua graça e baseado na fé e não nas obras individuais ou no mérito coletivo (At 4, 10-12; 16, 30-31; Rm 3, 20-28; 2Cor 5, 17-21; Gl 2, 16-21; 3, 11-13; Ef 2, 8-10; Hb 4, 14 e 15; 5, 9; 6, 19; 8, 1-2; 9, 11-15; 1Jo 1, 7-9; 2, 1-2; 4, 9-10; 5, 11-13); a visão profética de que os momentos finais da história do mundo revelarão a apostasia da união entre os poderes político e religioso, mas que Deus terá como testemunhas aqueles que guardarem os seus mandamentos e tiverem a fé de Jesus (Ap 14, 12).

Durante os primeiros 15 anos, o movimento não se institucionalizou como Igreja, embora fosse adquirindo uma identidade nominal, através dos termos “Adventismo Sabatista” ou “Grande Movimento da Segunda Vinda”. No entanto, à medida que o movimento crescia, que se multiplicavam as reuniões e os estudos, que nasciam publicações esporádicas e periódicas, os seus membros sentiram a necessidade de se organizar institucionalmente. Foi assim que, a 1 de outubro de 1860, e após uma longa discussão sobre a necessidade e o conteúdo de um nome, deliberaram a aceitação da designação “Adventistas do Sétimo Dia”. Em 21 maio de 1863, finalmente, foi constituído o seu corpo administrativo superior, a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.

Para além do Adventismo, e dentro das suas crenças fundamentais, merece uma menção especial a visão dos Adventistas do Sétimo Dia sobre o Sábado. O Sábado, o sétimo dia da semana, é observado pelos Adventistas do Sétimo Dia como dia de descanso e de observância religiosa, com base na sua análise dos escritos bíblicos. O Sábado foi instituído por Deus como último dia da semana da Criação (Gn 2, 1-3), dedicado ao descanso (Ex 20, 9-10; Lc 23, 56) e à fruição da Natureza criada (At 16, 13); e constitui um dos Dez Mandamentos, escritos diretamente pelo dedo de Deus e entregues a Moisés no Monte Sinai (Ex 20, 8-11; Dt 5, 12-15), parte da Lei intemporal e imutável de Deus (Ex 20, 1-17; cf. Ecl 3, 14 e Lc 16, 17), cuja violação, nem que seja num só mandamento, equivale à violação de todos (Tg 2, 10-11). Segundo o Novo Testamento, este foi também o dia observado por Jesus (Lc 4, 16-31) e pelos seus discípulos (Mt 24, 20; Lc 23, 54-56; At 16, 13; At 17, 2), do qual Jesus disse ter sido criado por Deus para o ser humano (Mc 2, 27). É ainda visto pelos Adventistas do Sétimo Dia como um sinal de fidelidade a Deus (1Jo 3, 24; 5, 3; cf. Ex 20, 8-11) e uma característica identificativa da Igreja de Deus nos últimos dias da história da Terra (Ap 12, 17; 14, 12; cf. Ex 20, 8-11). No dia de Sábado, os Adventistas do Sétimo Dia abstêm-se de produzir em benefício próprio, dedicando o dia ao culto religioso, ao tempo em família, à contemplação e fruição da natureza e ao serviço abnegado ao próximo.

Os Adventistas do Sétimo Dia são, pois, o grupo mais representativo e organizado do original movimento Adventista ao nível mundial. Outros movimentos que emergiram do movimento millerita foram a Conferência Adventista Evangélica Americana, a União do Advento, os Cristãos do Advento e a Igreja de Deus. Em meados do séc. xx, as duas primeiras denominações já não existiam e as duas últimas tinham um reduzido número de fiéis. Dentro do movimento Adventista do Sétimo Dia, no início do séc. xx, surgiu ainda uma outra denominação, os Adventistas do Sétimo Dia – Movimento da Reforma, que, embora mantendo grande parte da construção doutrinária da Igreja original, nasceu da discordância em relação à posição da liderança eclesiástica alemã sobre a opção individual de beligerância ou não beligerância dos membros de Igreja durante a Primeira Guerra Mundial. Existem ainda, até hoje, divergências relativamente à perspetiva sobre o conceito de “povo remanescente de Deus” e um foco mais restritivo, por parte deste movimento, nas normas ligadas a casamento, vestuário e alimentação, entre outras.

Ao longo do processo de formação e consolidação do movimento Adventista deve salientar-se a perspetiva Adventista em relação ao dom profético segundo a Bíblia (1Cor 12; Rm 12; Ef 4; 1Pe 4, 10-11). Entre os vários dons espirituais referidos e descritos nestes textos do Novo Testamento, os Adventistas do Sétimo Dia aceitam o dom de profecia como uma especial dádiva de Deus, que inspirou, através do Espírito Santo, os escritores na redação da Bíblia. Consideram ainda que os escritos de Ellen Gould White (1827-1915), compostos por comentários sobre os mais diversos temas bíblicos e por conselhos sobre a vida cristã, foram também inspirados, formando uma mensagem de advertência da parte de Deus. Esta cofundadora da Igreja, e prolífica autora, descreveu os seus escritos como uma “luz menor” que remete para a “luz maior”, a Bíblia, caracterizando o seu ministério como o de uma “mensageira de Deus”. A visão Adventista do Sétimo Dia sobre tais escritos é a da sua aceitação como literatura inspirada, em subordinação à Bíblia. Ao longo da sua vida, Ellen White participou, tal como os outros líderes pioneiros, na construção doutrinária e organizacional da Igreja, sendo uma voz respeitada ainda hoje, devido ao reconhecimento dos Adventistas pelo seu ministério, mas sem que os seus escritos tenham alguma vez sido usados como fundamento doutrinário, pois as doutrinas Adventistas do Sétimo Dia apoiam-se apenas na autoridade da Bíblia.

O progresso de sistematização doutrinária dos Adventistas do Sétimo Dia – a que usualmente se referem como “revelação progressiva” –, fundado no estudo comparativo da Bíblia, revelou alguns pontos-chave de discussão e de construção na denominação. Para além dos acima mencionados sumariamente, é o caso das seguintes noções: a “Mensagem dos Três Anjos”, baseada em Apocalipse 14, 6-12, como conteúdo central da mensagem do movimento; a “verdade presente”, um conceito fundado no texto da segunda Epístola de S. Pedro (1, 12), que afirma que, sendo Deus infinito e tendo a Bíblia como única raiz doutrinária, as crenças e as posições da Igreja são progressivas e acomodam-se ao crescimento na fé; a “justificação pela fé”, uma noção muito debatida no importante, para os Adventistas do Sétimo Dia, ano de 1888, concluindo a Conferência Geral desse ano que a salvação é uma dádiva que assenta na graça divina, aceite pelo ser humano através da fé (Rm 3, 28; 5, 1; Gl 2, 15-16; 3, 11), em cuja obtenção a obra, o mérito ou o esforço humanos não têm lugar, mas que não isenta, por outro lado, o ser humano do cumprimento da Lei de Deus, sinal do seu arrependimento e da sua conversão, da sua mudança de caminho do pecado para a salvação (Tg 1, 25; 2, 10-12.14-26).

Após a sua constituição como Igreja organizada, a Igreja Adventista do Sétimo Dia iniciou um percurso de criação de bases para a sua missão evangelizadora. À sua disseminação pelos territórios norte-americanos seguiu-se a instalação de missionários em países de outros continentes, como aconteceu com John N. Andrews, pioneiro Adventista na Europa, em 1874, operando a partir de Basileia. Em Portugal, o primeiro missionário Adventista foi o norte-americano Clarence Rentfro, que, juntamente com a sua mulher, Mary, aportou em Lisboa, em 1904.

Extremamente relevante para o crescimento do número de crentes Adventistas foi também o desenvolvimento de ministérios e de estruturas de apoio, baseados numa visão integral do ser humano e numa noção imperativa de serviço cristão à comunidade. Logo a partir dos anos 60 e 70 de 1800, as primeiras instituições de saúde e de educação da denominação nasceram e desenvolveram-se em Battle Creek, Michigan, a sede inicial da mesma. Desde então, e até à contemporaneidade, os Adventistas do Sétimo Dia fundaram um vasto sistema de infraestruturas de serviço, onde aplicam os seus princípios relativos à saúde e à educação.

Em 2021, o número de estruturas de saúde e bem-estar por si operados – entre hospitais, clínicas, sanatórios, lares para idosos e orfanatos – ascende a cerca de 1050, sendo o mais conhecido o Hospital de Loma Linda, na Califórnia; a rede escolar Adventista mundial, a segunda maior rede educativa privada do mundo, é formada por cerca de 9500 escolas, desde berçários a universidades, com mais de dois milhões de alunos. A liberdade religiosa é um campo de ação privilegiado dos Adventistas, que, desde o final do séc. xix, criaram e mantiveram associações, aos níveis mundial, regional e nacional, de defesa e promoção desse princípio, entendido como o direito a ter e a não ter religião, a praticar e não praticar, aceitar, abandonar e mudar de crença religiosa, como direito imanente à dignidade de todos os seres humanos. O apoio em situação de catástrofe e a promoção do desenvolvimento é outra das áreas em que a Igreja Adventista do Sétimo Dia opera, através da ADRA – Adventist Relief and Assistance Agency, que está presente em 118 países, beneficiando quase 14 milhões de pessoas com os seus projetos. O movimento juvenil é um campo importante de intervenção dos Adventistas, nomeadamente através da dinamização de Clubes de Desbravadores (Pathfinders, em inglês), com atividades escotistas, com destaque para o serviço à comunidade. Um ramo relevante da estrutura de apoio à missão Adventista é o chamado Ministério de Publicações, pelo qual, através de revistas e livros de uso interno e de divulgação externa, 60 editoras espalhadas pelo mundo publicam anualmente milhões de páginas em 311 línguas. Outros media contam também com uma atenção especial da denominação, que fundou e gere um sistema com presença em 1500 estações de rádio e cerca de 1000 canais de distribuição de vídeo, a partir de 223 centros e pontos de produção.

Os Adventistas do Sétimo Dia estão presentes em 212 países, constituindo-se numa comunidade cristã em constante crescimento; em 2021, com cerca de 21,5 milhões de membros e 91 000 igrejas.

 

Bibliog.: impressa: DEDEREN, Raoul (coord.), Handbook of Seventh-day Adventist Theology, Hagerstown, Review and Herald, 2000; DOUGLASS, Herbert E., Messenger of the Lord. The Prophetic Ministry of Ellen G. White, Nampa, Pacific Press, 2015; FERREIRA, Ernesto, Arautos de Boas Novas. Centenário da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal (1904-2004), Sabugo, União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia, 2008; Id., A Verdade Cristã. À Luz da Razão, da Revelação Divina e da Tradição, Sabugo, Publicadora Servir, 2012; FROOM, LeRoy Edwin, The Prophetic Faith of Our Fathers, vol. iv: New World Recovery and Consummation of Prophetic Interpretation, Washington D.C., Review and Herald, 1954; KNIGHT, George, Adventismo. Origem e Impacto do Movimento Millerita, Tatuí-SP, Casa Publicadora Brasileia, 2015; Id., Uma Igreja Mundial. Breve História dos Adventistas do Sétimo Dia, Tatuí-SP, Casa Publicadora Brasileira, s.d.; LEHMANN, Richard, Les Adventistes du Septième Jour, Éditions Brepols, 1987; SCHWARZ, Richard W. e GREENLEAF, Floyd, Light Bearers. A History of the Seventh-Day Adventist Church, revised and updated edition, Nampa, Pacific Press, 2000; Seventh-day Adventists Answer Questions on Doctrine. Annotated Edition, Notes with Historical and Theological Introduction by George R. Knight, Berrien Springs, Andrews University Press, 2003; digital: Seventh-day Adventist Church: https://www.adventist.org/who-are-seventh-day-adventists/history-of-seventh-day-adventists/ (acedido a 07.06.21); Office of Archives, Statistics and Research, in Seventh-day Adventist’ Church https://documents.adventistarchives.org/default.aspx (acedido a 07.06.21).

 

Paulo Sérgio Macedo

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